O satélite do Google Earth anunciou no fim do ano passado que já cobre mais de 98 % da superfície terrestre. Dessa forma, o Google Earth permite que os usuários naveguem por mais de 36 milhões de milhas quadradas de imagens de satélite.

Para quem não sabe, a ferramenta foi lançada em 2006 e transformou a experiência de analisar um “mapa” em algo fantástico. Por outro lado, o satélite permitiu inovações como o Google Street View e até o “GPS” do Google, o Maps.

Atualmente, o Google Street View já capturou a imagem de 10 milhões de milhas. Para se ter ideia, o Google compartilhou que essa distância percorreria o a terra por mais de 400 vezes.

Satélite do Google Earth: Uma tarefa complicada

Satélite do Google Earth – Reprodução/Google Earth

De acordo com a empresa, todo o procedimento de capturar imagens e passá-las para as suas ferramentas, é muito complicado e costumar demorar um bom tempo para que seja completado. Por exemplo, o Google utiliza carros para tirar as fotos do Street View, sendo que eles são equipados com nove câmeras de alta definição “atérmicas”, ou seja, que foram produzidas para aguentar temperaturas extremas sem perder o foco.

Além disso, o Google também utiliza trekkers, também conhecidas como mochilas do Street View, que coletam fotos de locais onde o acesso com o carro é impossível. Normalmente, os trekkers são colocados em barcos, ovelhas, camelos e outros animais para que possam detalhar mais ainda o espaço.

Mobilidade urbana

Satélite do Google Earth – Reprodução/ PxHere

As novas tecnologias com GPS, como Uber e 99, são dependentes do Google, já que por meio de uma API (Application Programming Interface), o Google disponibiliza o Maps para que essas empresas possam fornecer informações, como tempo de viagem, localização de motorista, acompanhamento de percurso e etc.

A presença desses aplicativos é tão comum no nosso atual cotidiano que chega a ser difícil saber como nós vivíamos sem eles. Além disso, eles têm se tornado tão populares que muitas pessoas estão deixando de lado o conforto de ter o próprio veículo.

Por outro lado, a acessibilidade não é deixada de lado por parte do Google e alguns recursos começam a ajudar a locomoção de deficientes, principalmente os visuais. Por exemplo, desde outubro de 2019, o Maps anunciou a funcionalidade que orienta o seu usuário por meio de um comando de voz. Dessa forma, o aplicativo vai avisar sobre curvas, movimentação na faixa de pedestre e até guiar os usuários de volta à direção correta. No entanto, esse recurso ainda não chegou ao Brasil e está em fase de testes no Japão.

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